Sophia está comendo a comidinha da mamãe

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Suco Herança Mediterrânea



Eu adoro suco!!! Há quem diga que faz mal e que os nutrientes do suco se vão em poucos minutos e aí fica só a frutose, mas... Eu não bebo refrigerante porque não gosto mesmo e também porque não é nada saudável. Então, só me sobra água, suco e água de coco. Gosto muito de tudo isso e gostaria de beber muito mais água de coco do que bebo, mas não se encontra isso em toda esquina a não ser que você more de frente pro mar, né não? Então, me sobram os sucos e eu gosto muitão deles!

Sophia só pode tomar leites vegetais, mas o industrializado é caríssimo e o caseiro não fica muito saboroso pra tomar puro. Refrigerante ela também nunca tomou e nem sabe o que é. Portanto, ela também só toma sucos, água e água de coco.

Vai daí que, assim que comecei a vir pra Brasília, quando ainda morava no Rio, logo descobri o Marietta, mais especificamente a loja de sanduíches leves. Gente, eles fazem sanduíches, sucos e saladas incrivelmente deliciosos e criativos! (Bom dizer que este não é um post pago. Aliás, nada aqui nesse blog é pago, mas é importante dividir com vocês as marcas que não contem leite, nem soja e nem traços. Falar de um lugar bom pra comer: é a primeira vez que faço isso. rsrs). Enfim, voltando ao assunto... No início desse ano, quando estávamos aqui em Brasília ainda de férias, experimentei um novo sabor de suco que me levou ao céu! O Marietta estava com um novo cardápio de sucos funcionais e, no final do cardápio, havia uma pequena bibliografia. Assim que terminei meu lanche fui correndo na livraria e encontrei lá uma dos livros citados na bibliografia. Comprei o dito cujo e rapidinho ele se tornou meu livro de cabeceira. Até porque, Sophia só toma sucos por conta de sua alergia alimentar e eu gosto de variar bastante.

Rapidamente encontrei no livro o suco que havia tomado no Marietta, que fez algumas modificações na receita original. Pois eu fiz o mesmo: modifiquei um pouco a receita original, já que ela pedia refrigerante de guaraná e, como eu disse, não bebo refrigerante.

A receita aqui de casa ficou bem parecida com o do Marietta. Vou postar pra vocês exatamente o que está no livro e, depois, como fazemos aqui. (Eu digo fazemos porque, na verdade, Cleiton é o fazedor oficial de sucos aqui em casa. Na maior parte das vezes, é ele quem faz os sucos. :-D)

O livro é esse aqui: Bebidas que curam de Anne McIntyre. Ele traz receitas de sucos, chás, sopas e refrescos e os capítulos são divididos em:

  • 1.      Ingredientes-chave
  • 2.      Bebidas para sua beleza e bem-estar
  • 3.      Bebidas quem curam doenças
  • 4.      Bebidas para a alma e o espírito

Esse suco chama-se Herança Mediterrânea e está sugerido para deixar os cabelos saudáveis, mas isso eu já não sei se é verdade porque ainda não fiz a faculdade de nutrição, né? rsrs Mas aqui você encontra um texto de um nutricionista com algumas propriedades do alecrim. Vamos à receita original:

Herança Mediterrânea

Um coquetel de frutas repleto de luz para dar brilho a seus cabelos, essa mistura de ingredientes exóticos vai, com toda a certeza, fazer sua língua arder e seus cabelos cintilarem. Um belo arbusto que cresce espontaneamente em toda a costa do Mediterrâneo, o alecrim estimula a circulação sanguínea, levando ingredientes extras até os cabelos. Suas propriedades benéficas protegem contra o estresse nocivo e rejuvenescem o corpo inteiro.

  • 150 ml de água fervendo
  • 1 punhado de pontas macias de alecrim ( com flores, se possível)
  • 1 colher de sopa de mel
  • cubos de gelo
  • 600 ml de suco de laranja
  • 600 ml de refrigerante tipo guaraná ou soda
  • galhos de alecrim fresco para enfeitar
   
Adicione a água fervendo sobre o alecrim num bule ou recipiente que conserve o calor. Tampe e deixe em infusão de 5 a 10 min. Coe e acrescente o mel. Deixe esfriar. Coloque os cubos de gelo numa jarra grande. Acrescente o suco de laranja e o refrigerante. Enfeite com galhinhos de alecrim. 4 porções

No cardápio de sucos do Marietta, constam os ingredientes Laranja / Mel / Alecrim / guaraná. 
Então, fizemos o nosso mais ou menos assim:

  • 2 laranjas pêra grandes
  • 1 colher de sopa de mel
  • 2 colheres de sopa de xarope de guaraná
  • raminhos de alecrim a gosto

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe, se desejar, e sirva com algumas pedrinhas de gelo e galhinhos de alecrim para enfeitar. 1 porção

Na verdade, essas quantidades são aproximadas, porque você pode fazer mais a seu gosto. Se você gosta mais docinho ou se a laranja estiver muito ácida, pode acrescentar mais mel ou mais xarope. Alecrim demais deixa o suco muito forte, então vá colocando aos poucos e experimentando pra ver se está do seu gosto.

Às vezes, fazemos sem o xarope de guaraná e fica bem bom também! Dia desses eu só tinha em casa a laranja e o alecrim e fiz só com esses dois ingredientes mesmo. Também fica uma delícia!!! De qualquer modo, eu acho que laranja e alecrim combinam bastante.

Essa foto foi tirada no dia em que fiz apenas com laranja e alecrim.



E essa é minha vida, gente! Cozinha e tweetdeck sempre juntos. rsrsrsrs 

Grande beijo e até a próximaaaa!!! E não se esqueçam de participar do sorteio d'A Casa Encantada Brigaderia.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Bolo Toalha Felpuda I

Quinta-feira, 02 de setembro de 2010. Tarde/Noite.

Eu estava com muito leite de coco em casa que havia feito no dia anterior e estava procurando uma receita de bolo de coco. Encontrei essa aqui no cozinha pequena:

Bolo Toalha Felpuda

Separe o seguinte para a massa:

- 200 gramas de margarina;
- 4 ovos, claras e gemas separados;
- 4 xícaras (chá) açúcar;
- 4 xícaras (chá) farinha de trigo;
- 1 copo de leite integral;
- 1 vidro de leite de coco;
- 1 colher (sopa) fermento em pó.

e misture bem isso, para a cobertura:

- 1 copo de leite;
- 3/3 de copo de açúcar;
- Coco ralado à vontade (se for o coco fresco, é melhor).

Bata as claras em neve e reserve. Bata a manteiga, o açúcar e as gemas, até ficar com jeito de gemada, beeeem branquinha.

Junte a farinha aos poucos, sempre batendo. Depois da farinha, ainda batendo, junte devagarinho o leite. Bata mais um pouquinho.

Agregue com delicadeza as claras em neve e o fermento, por último.

Leve ao forno em forma bem untada e coloque a cobertura no bolo ainda quente, pra ficar bem molhadinho. Tem coisa melhor?




O bolo é uma delícia e eu utilizei exclusivamente o leite de coco que havia feito em casa. O sabor não ficou forte como eu havia pensado, pois o leite feito em casa tem sabor mais suave. Apenas uma coisa me chamou atenção na hora de fazer a receita: achei que 4 xícaras de açúcar era muita coisa. Fiquei com receio de diminuir demais o açúcar e estragar a receita; então, utilizei 3 xícaras de açúcar, mas ainda assim achei doce demais. Eu, particularmente, não gosto de coisas muito doces. Acho que açúcar em excesso, assim como o sal, tira o verdadeiro sabor das comidinhas. Aqui em casa é tudo com pouco sal e pouco açúcar. Então, da próxima vez, vou colocar apenas 1 xícara de açúcar, diminuir também (ou não apenas não utilizar) o açúcar da cobertura.

O coco ralado que utilizei foi o bagaço que sobrou do leite de coco que fiz. Achei que tinha bastante bagaço e pensei: ”Hum... vou misturar um pouco desse coco à massa.”. A idéia foi ótima, mas faltou coco na hora de fazer a toalha feldupa que cobre o bolo. hahahaha Então, meu bolo foi uma pequena toalhinha de mão felpuda. :P

Assim que fizer esse bolo novamente, faço questão de postar de novo.

Aqui, a receita com as devidas modificações para as pessoas alérgicas a leite de vaca:

Bolo Toalha Felpuda

- 200 gramas de margarina;
- 4 ovos, claras e gemas separados;
- 1 xícara (chá) açúcar;
- 4 xícaras (chá) farinha de trigo;
- 2 copos (200 ml) de leite de coco caseiro;
- 1 colher (sopa) fermento em pó.

e misture bem isso, para a cobertura:

- 1 copo (200 ml) de leite de coco caseiro;
- 1/3 de copo de açúcar (opcional);
- Coco ralado à vontade (se for o coco fresco, é melhor).

Bata as claras em neve e reserve. Bata a manteiga, o açúcar e as gemas, até ficar com jeito de gemada, beeeem branquinha.

Junte a farinha aos poucos, sempre batendo. Depois da farinha, ainda batendo, junte devagarinho o leite. Bata mais um pouquinho.

Agregue com delicadeza as claras em neve e o fermento, por último.

Leve ao forno em forma bem untada e coloque a cobertura no bolo ainda quente, pra ficar bem molhadinho. Tem coisa melhor?


Tirei apenas uma fotinha desse bolo:




Gosto muito desse blog e to sempre xeretando as reitinhas de lá. Nesse dia, recebi ajuda do prórpio @cozinhapequena no twitter. Obrigada por terem respondido minha dúvida lá nos cometários.

Bom apetite! Té mais!

Pão de Milho (o preferido do marido)

Quita-feira, 02 de setembro de 2010. Tarde.

Esse foi um dos primeiros pães que comecei a fazer na máquina. Inicialmente, eu sempre seguia a receita da máquina ao pé da letra, mas achava muito sem graça um pão de MILHO não ter milho: o ingrediente mais próximo do milho era o fubá e, mesmo assim, só ½ copo. Então, resolvi acrescentar o óbvio: o milho. rsrs

A receita original é essa:

Pão de Milho

Ingredientes:

200 ml de leite de coco, batido com 2 ovos
3 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de óleo de soja
1/2 copo de fubá
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) de leite em pó
4 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de erva-doce (opcional)
2 1/2 copos de farinha de trigo
2 ½ colher (chá)

Modo de Preparo:

1.Retirar a fôrma de assar de dentro da Panificadora Multi Pane.
2. Adicionar todos os ingredientes na ordem acima.
3.Recolocar a fôrma de assar na Panificadora.
4. Escolher o Ciclo:
Pressionar o botão OPÇÕES: 1 (normal).
5. Selecionar o tamanho do pão:
Pressionar o botão QUANTIDADE DA MASSA e escolher a opção II (para pães de 900 g ou
1200 g)
6. Escolher a cor da casca do pão:
Pressionar o botão COR e escolher as opções: Clara, Média ou Escura.
7. Fechar a tampa.
8. Pressionar o botão INICIAR / PARAR.



Como já contei num post anterior, eu sempre sovo a massa na máquina, retiro, dou a forma que eu desejo e deixo descansando mais 40 minutos antes de assar. Como seria fazer esse pão sem a máquina? Não sei.:D Posso descobrir, é claro! É só olhar algumas receitas parecidas por aí e usar a lógica, uma vez que pães mais simples são sempre feitos de modo semelhente. Mas ando muito sem tempo, gente e sovar a massa na máquina economiza muuuuuuito tempo. Maaaaaaas... acho que teremos novidades sobre esse assunto em breve. rsrs

Acrescentando o milho para que o pão se torne, de fato, um pão de milho, a receita fica assim:

Pão de Milho

Ingredientes:

200 ml de leite de coco, batido com 2 ovos e uma lata de milho escorrida
3 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de óleo de soja
1/2 copo de fubá
2 colheres (chá) de sal
4 colheres (sopa) de açúcar
3 colheres (sopa) de erva-doce (opcional)
1 copo de farinha de trigo integral média
3 copos de farinha de trigo branca
3 ½ colher (chá) de fermento biológico seco



Acrescentar milho faz com que a massa fique mais líquida o que, por sua vez, pede uma quantidade maior de farinha e fermento. A erva-doce eu também resolvi aumentar, já que o pão fica maior e eu adoro a bichinha. hehe

Quase todas as receitas da panificadora mandam acrescentar leite em pó. Esse é um ingrediente simplesmente ignorado aqui em casa, por causa a alergia alimentar da Sophia já citada aqui muitas vezes.

Importante dizer que esse pão foi feito com leite de coco caseiro, cuja receita está aqui.

Descansando antes de ir ao forno:



Assados:




Fofíssimos e com manteiga:



E os pãezinhos feitos pela Sophia. Eu sempre lhe dou um pedacinho de massa e peço que ela faça o pãozinho do seu jeito:




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Leites Vegetais I - Leite de Coco

Terça-feira, 24 de agosto de 2010. Noite.

Quem tem um filho com APLV logo descobre os leites vegetais, afinal de contas, sem eles é quase impossível adaptar receitas que levam leite de vaca. Os veganos conhecem muito bem os leites vegetais tanto que, fazendo uma pesquisa no Google, os primeiros sites a aparecerem são os veganos e vegetarianos.

Existem duas marcas ótimas de leites vegetais industrializados, ambas italianas e são bem caras. Uma caixa de um litro custa na faixa de R$ 15,00. São elas: Isola Bio e La Finestra Sul Cielo, cujo site oficial está fora do ar, mas você pode ver aqui.

Cheguei a comprar muitas vezes a caixinha de 200 ml com suco de fruta da Isola Bio, para a Sophia levar para a creche. Na época, eu ainda morava no RJ e marido conseguia comprar na promoção por R$ 1,00 no Extra lá da Tijuca.

Atualmente, Sophia só toma sucos mesmo. Já ofereci leite de aveia e de coco caseiros, mas ela nem sabe o que é leite e nem se interessa. Não aceita de jeito nenhum. Uma pena...

Depois de muuuuuuuito tempo sem fazer leite vegetal em casa, retomei as atividades com a receita de Leite de Coco da @clau_marcelino do blog Cozinha sem glúten e sem leite. Resolvi voltar a fazer o leite de coco em casa porque, em primeiro lugar, eu queria oferecê-lo à Sophia novamente; depois porque além de ser muito mais saudável, ainda sai muuuuuuuuuuito mais barato do que comprar o leite e o coco ralado industrializados.

Fiz, ofereci e Sophia não quis como eu já esperava. Como eu desejava utilizar logo o leite e o coco ralado (o bagaço que sobra quando se faz o leite), resolvi fazer o Pão de Milho que já não fazia há muito tempo e comecei também a procurar uma receita de bolo de coco. Já fiz os dois e serão os próximos posts.

Acá transcrevo a receita da @clau_marcelino, essa mulher incrível que revolucionou sua cozinha e tá começando a revolucionar a minha também. Eu estou impressionada com tudo que ela faz.

Leite de Coco Caseiro:

* 1 coco

* 900 ml de água mineral morna

Modo de fazer:

1 - Fure o coco, retire a água e reserve.

2 - Quebre o coco e leve-o ao forno quente por poucos minutos. Isto fará com que a polpa desprenda com mais facilidade. Com uma faca retire a polpa da casca dura.

3 - Coloque a polpa no liquidificador junto com a água do coco que foi reservada e a água morna. Bata por uns 3 minutos.

4 - Coe com um pano de algodão espremendo bem para retirar todo o leite. Está pronto para uso. Guarde o coco ralado no freezer para utilizá-lo em receitas.

Com a sobra do coco ralado você pode fazer deliciosas receitas como o bolo Bombocado de Cenoura do meu livro da pág. 181, ou o pudim de arroz da pág. 162 que também leva coco.



Aguardem os próximos posts: Pão de Milho e Bolo Toalha Felpuda.

Té mais!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sopa de Abóbora e a casa nova

Segunda-feira, 26 de julho de 2010.

Vida que segue, muitos meses e comidinhas depois, cá estou eu voltando a postar no blog. Marido vive insistindo pra eu fazer isso e agora, azamiga do twitter também tem pedido as receitinhas.

Eu não sou culinarista e muito menos chef de cozinha. Sou apenas uma mulher que adora cozinhar e que se tornou mãe de uma quase-ex-bebê-já-quase-uma-criança com alergia alimentar como já foi dito algumas vezes aqui.

A novidade é que, finalmente, nos mudamos do RJ para Brasília. Um sonho antigo que conseguimos realizar metendo os peitos, como deve ser mesmo. Afinal, como disse Lou Andreas Salomé, “NÃO TE ENGANES. A VIDA VAI TRATAR-TE MAL.PORTANTO, SE QUISERES VIVER TUA VIDA, VAI, E TOMA-A.” E num é que tudo na minha vida é exatamente assim. Então, cá estamos começando vida nova na casa amarela, com algumas dificuldades inerentes à situação, mas muito, muito , muito felizes. Vivendo em paz, com tranqüilidade e muita força pra caminhar, seja como for o caminho. Eu tenho medo mas, talvez por isso mesmo, tenho também muita coragem!

Vai dai que Sophia anda viciada em sopinhas. Então, tenho feito muitas sopinhas aproveitando também o fato de que agora moramos em luga frio. Sim, Brasília é frio, embora algumas pessoas daqui insistam comigo que aqui faz calor. Acordo e durmo todos os dias com o termômetro marcando 17º na média. Durante o dia, fica em torno dos 25º. No verão, chega aos 30º mais ou menos. Então, pra quem morava em lugar onde no inverno o termômetro fica me torno dos 30º e no verão passa dos 40º todo dia, isso aqui é o paraíso das temperaturas amenas.

Voltando ao assunto sopinhas, dia desses tinha meia abóbora japonesa aqui e deu vontade de fazer uma sopa com ela, coisa que nunca tinha feito. Ainda estávamos sem internet na casa nova, então pedi ao marido pra procurar uma lá no seu trabalho. Eis que ele chega em casa com uma receita maravilhosa do blog Incursões Gastronômicas.

Por causa da alergia da Sophia fiz as adaptações de sempre. A princípio, pensei em substituir o leite de vaca por leite de coco, mas temi que o sabor ficasse muito forte no coco e que o sabor da abóbora sumisse. Então, usei o leite de arroz que tem um sabor neutro e caprichei nos temperos.

Na receita da Raquel manda-se descascar a abóbora, coisa que nunca faço. Só como abóbora com casa, seja ela qual for.

Então, minha sopa ficou assim:

Ingredientes:

• 1/2 abóbora japonesa de tamanho médio com casca
• 1250 ml de leite de arroz caseiro
• 1 cebola grande inteira
• 6 dentes de alho
• Sal
• Noz moscada não tinha mas colocaria como na recieta da Raquel
• Gengibre em pó
• Alecrim
• Azeite

Frite o alho e a cebola no azeite. Acrescente a abóbora, refogue um pouco, acrescente o leite de arroz e todos os temperos. Deixe cozinhar em fogo bem baixo, que eu chamo de micro.

Após 35 minutos em média a abóbora estará bem cozida. Bata tudo no liquidificador.


Para completar o cardápio fiz também um músculo bem cozidinho na pressão e bem temperadinho também. Ficou assim, ó:








sexta-feira, 18 de setembro de 2009

João Vithor e Nicole - dois irmãos com alergia alimentar severa

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Contém lactose x contém leite e/ou traços de leite

Quinta-feira, 17 de setembro de 2009. Tarde.

Postado por Fernanda, no blog Convivendo com a alergia alimentar: da amamentação à alimentação saudável

Está tramitando na Câmara um projeto de lei que determina que os fabricantes coloquem em destaque nos rótulos a inscrição "CONTÉM LACTOSE". Segundo a justificação do projeto de lei n.° 2663 de 03/12/2003, a medida visa proteger os "alérgicos à lactose".

Considerando que não existe alergia à lactose e que o mais indicado seria usar a expressão "CONTÉM LEITE E/OU TRAÇOS DE LEITE", as mães da Comunidade Meu filho é alérgico a leite elaboraram uma carta para ser entregue aos deputados e senadores (o projeto ainda está na Câmara dos Deputados), esclarecendo o porquê da mudança e da sua importância.


Segue íntegra da carta:


Excelentíssimos Senhores Deputados Federais e Senadores

Prezados Senhores,

Os abaixo-assinados, a seguir identificados, vêm, à presença de Vossas Excelências, expor e requerer o que segue:

O nobre Deputado Exmo. Sr. Sandro Mabel elaborou o Projeto de Lei número 2663 de 03/12/2003 pretendendo tornar obrigatório aos fabricantes de produtos alimentícios a informação no rótulo ou embalagem do termo “CONTÉM LACTOSE”. O objetivo de tal medida, segundo a justificação do projeto é resguardar e prevenir possíveis ingestões acidentais por "crianças alérgicas à lactose e que acabam sendo socorridas às pressas, com risco de vida, por ingerir tal substância."

Entretanto, o projeto tem conceitos equivocados, já que inexiste “ALERGIA À LACTOSE". Existe "INTOLERÂNCIA À LACTOSE" e "ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA", problemas que embora sejam frequentemente confundidos são distintos em sua natureza e em suas consequências. A lactose é um carboidrato e, portanto, não causa reações alérgicas. A alergia ao leite de vaca é uma reação às proteínas do leite, não à lactose, e pode ser uma enfermidade grave. Envolve o sistema imunológico. Já a intolerância à lactose, extremamente rara na infância, costuma acometer crianças maiores depois de desmamadas e adultos e embora possa trazer grande desconforto, não envolve risco de morte como os casos de alergia."

Enquanto que os intolerantes costumam suportar quantidades variadas de lactose, dependendo do grau de intolerância (e podem consumir proteínas do leite isentas de lactose, como os já existentes no mercado "leites sem lactose"), os, “ALÉRGICOS A LEITE” não podem consumir ABSOLUTAMENTE NADA que contenha proteínas do leite de vaca, ou seja, leite e derivados ou produtos que contenham leite e derivados na sua composição e ainda traços de leite, ou seja, consumir produtos que foram produzidos em equipamentos que processam leite e derivados.

Entendemos que a melhor forma de atingir o objetivo deste projeto, seria a mudança do termo "CONTÉM LACTOSE" para "CONTÉM LEITE E/OU TRAÇOS DE LEITE", o que realmente protegeria os alérgicos às proteínas do leite de vaca e ainda alcançaria os intolerantes à lactose. Ressaltando que a redação atual do projeto só contempla os intolerantes, apesar de a justificação estar voltada aos alérgicos.

Acrescentamos que há produtos que possuem LEITE e não possuem LACTOSE, como os casos dos já mencionados "leites sem lactose" e de alimentos que usam apenas a proteína do leite na sua composição. Dessa forma, não levariam a inscrição legal "CONTÉM LACTOSE", mas poderiam levar à morte uma criança alérgica a leite.

Assim, por todo o exposto, requeremos a Vossas Excelências que procedam a alteração do aludido Projeto, a fim de que ao invés da expressão “CONTÉM LACTOSE”, passe a constar nos rótulos e/ou embalagens a informação “CONTÉM LEITE E/OU TRAÇOS DE LEITE”, certos de que Vossas Excelências saberão compreender e respeitar a nossa luta e os direitos dos cidadãos em serem esclarecidos acerca da composição clara dos produtos que adquirem.

Mães, pais e amigos de crianças alérgicas às proteínas do leite de vaca.


Clique aqui e assine! Assine e divulgue!

domingo, 26 de julho de 2009

Fazendo pães e biscoitos (Pão integral, pão de batata e biscoitinho de maizena)

Domingo, 26 de julho de 2009. Noite.

Esse mundo de alérgicos alimentares é bem difícil. Não existe uma lei que obrigue os fabricantes a escrevem "PODE CONTER TRAÇOS DE LEITE" nos rótulos dos produtos. Assim, ficamos sem opção para muitas coisas, como o pão, por exemplo.

Hoje foi minha terceira tentativa de fazer pão integral e, finalmente, DEU CERTOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!

A receita que utilizei como base foi esta:

Pão sem leite de vaca e ovos!!!

1 Kg de farinha de trigo
1 sache de fermento biológico seco (10 g)
1 colher de chá de sal
9 colheres de chá de açucar mascavo
600 ml de água morna

Em uma superfície lisa, coloque a farinha de trigo e misture com o sal, em seguida acrescente o fermento . Amorne a água e separe metade. Dissolva o açúcar na outra metade e despeje sobre a farinha. Comece a sovar a massa, colocando o restante da água aos poucos.

Coloque essa massa em uma vasilha polvilhada com farinha. Deixe repousar por aproximadamente 40 min. Se quiser melhor fermentação deixe a vasilha sobre uma panela com água morna enquanto repousa).

Depois do descanso coloque a massa sobre a superficie lisa (mesa, tampo, etc). Sove por cerca de 3 minutos.

Modele os pães no formato que desejar. Coloque na assadeira e deixe repousar por mais 40 minutos . Leve ao forno na temperatura 220º e asse por cerca de 45 minutos.


O link da receita: http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2008/12/30/receita-facil-pao-sem-leite-de-vaca-e-ovos/

Fazendo modificações para que se tornasse um pão integral e dividindo a receita pela metade, ficou assim:

Pão sem leite de vaca e ovos!!!

3 xícaras de farinha de trigo branca
1 xícara de farinha de trigo integral
1/2 sache de fermento biológico seco (5 g)
1/2 colher de chá de sal
4 e 1/2 colheres de chá de açucar mascavo
300 ml de água morna

Em uma superfície lisa, coloque a farinha de trigo e misture com o sal, em seguida acrescente o fermento . Amorne a água e separe metade. Dissolva o açúcar na outra metade e despeje sobre a farinha. Comece a sovar a massa, colocando o restante da água aos poucos.

Coloque essa massa em uma vasilha polvilhada com farinha. Deixe repousar por aproximadamente 40 min. Se quiser melhor fermentação deixe a vasilha sobre uma panela com água morna enquanto repousa).

Depois do descanso coloque a massa sobre a superficie lisa (mesa, tampo, etc). Sove por cerca de 3 minutos.

Modele os pães no formato que desejar. Coloque na assadeira e deixe repousar por mais 40 minutos . Leve ao forno na temperatura 220º e asse por cerca de 45 minutos.


Obs.: No meu forno assa em 25 minutos.





















Tendo acertado a "mão para fazer pão", o próximo passo é fazer um pão mais nutritivo.

Fiz também um pãozinho de batata com polvilhos doce e azedo. Ficou tipo um pão de queijo. Sophia amoooooooouuuuuuu!!!!!!!! Q bom!!!

A receita do pãozinho de batata:

Pão sem glúten e sem lactose
Ótima opção para driblar as restrições do cardápio

Enviada por: Cristiane Oliveira
Tempo de preparo: 15 minutos
Tempo de cozimento: 15 minutos
Tempo total: 30 minutos

Ingredientes
- 4 batatas médias
- 2 ovos
- 1/2 xícara (chá) de água
- 1/2 xícara (chá) de óleo de canola
- sal a gosto
- 2 xícaras (chá) de polvilho azedo
- 2 xícaras (chá) de polvilho doce
- orégano a gosto
Modo de Preparo
Cozinhe as batatas e amasse em ponto de purê sem leite. Adicione o polvilho azedo e doce, os ovos. O orégano, o sal, a água aquecida e o óleo aquecido. Misture bem até formar uma massa homogênea. Enrole-os como se fossem pão de queijo. Leve para assar em forno médio pré-aquecido. Quando esfriar, os pães poderão ser congelados.
Rendimento: 35 pãezinhos

Análise calórica e nutricional por porção
Calorias: 91,4 kcaç
Carboidratos: 15,1 g
Proteínas: 0,65 g
Gorduras: 3,2 gLink:


Essa receita veio daqui: http://minhavida.uol.com.br/materias/alimentacao/Pao+sem+gluten+e+sem+lactose.mv